por Caroline Godoi

Empresas podem se beneficiar das vantagens da Lei de Incentivo à Cultura investindo em marketing e, em contrapartida, auferir vantagens em sua tributação.

As empresas que queiram investir em Leis Federais de incentivo à cultura deverão estar necessariamente sob o regime de lucro real. No entanto, há também leis nos âmbitos estaduais e municipais, nos quais não interfere o regime de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Assim, independente do tamanho do negócio, há meios para usufruir desses benefícios, que envolvem: a divulgação da empresa ou marca a um público-alvo determinado, o fortalecimento da imagem institucional, novas oportunidades de negócios, além das vantagens tributárias, que envolvem deduções fiscais totais ou parciais.

Em primeiro lugar, a empresa investidora deverá analisar os projetos aprovados que aguardam a captação de recursos, e avaliar qual deles melhor se encaixa em sua realidade financeira e se relaciona com os objetivos e público-alvo que pretende atingir. Nesta etapa, uma assessoria especializada poderá fornecer a relação de projetos e aconselhar na escolha pelo melhor investimento, por meio de uma análise minuciosa do projeto a ser apoiado, e da instituição proponente ou produtor responsável, a fim de aferir a idoneidade e viabilidade do aporte financeiro que se pretende realizar.

O apoio jurídico também abrange as questões burocráticas envolvidas no processo, a fim de que a empresa tenha toda a estrutura, organização e segurança necessárias ao investimento no projeto escolhido e proveito das respectivas contrapartidas.